15.5.09

Voltei faz tempo

Mas, né? Eu sou ruim e má e chata e não escrevo nada. Em algum dia dessas últimas semanas, fui pra casa e fiz 32 anos. E o blogue fez , o quê?, 8 anos. Em casa meu pai claro que me abraçou muito e claro que falou sobre a minha banha de maneira não muito delicada. Nem sei porque eu chorei porque eu já sabia que ia acontecer. No dia seguinte a gente fez as pazes. O que demonstra toda a maturidade dos meus anos porque em outros tempos, a gente passaria várias semanas de bico. Minha mãe fez todas as comidinhas mais maravilhosas do mundo pra mim. Que são os abraços dela. Meus irmão são os melhores do mundo. Minhas sobrinhas ficaram instantaneamente vicidas no Nintendo e me escreveram cartinhas de amor. Ensinei meu irmão a usar o Google chat e ele achou o máximo da modernidade. Coisa de Jetsons mesmo. O outro irmão não tem medo de computador. E meus amigos, né? Meus amigos.

Minha Cuca está tão lindinha. Ela ganha um parágrafo pra ela porque ela é minha bebê canina. Minha filhote de monstra. Troquei a ração dela pra uma de salmão. pra ver se melhora a alergia.. Agora ela tem que comer menos de 1 xícara por dia porque a ração não é light. Minha mãe fica de coração apertado porque a fia fica pedindo com os olhinhos o tempo inteiro. Mas se deixar os pugs comem até até. Sem fundo mesmo. Passeei com ela todos os dias, daqueles passeios dela voltar e ficar jogada. Ela fica lá estatelada me vigiando. E deita com a cabeça virada pro quarto se eu vou pra lá ou pra sala, se eu volto. Pra ficar sempre ali na mira. Ensinei a dar a patinha oferecendo pedacinhos de casca de manga. Ela aprendeu em meia hora. Minha mãe acha que ela é canhota, porque não houve como ela aprender a dar a patinha direita. Depois treinou com pedacinhos de tomate ou de pepino ou sem nenhuma comida. Uma gênia.

Os esquilos não comeram os dois dentinhos de alho que eu plantei. A amarílis tem duas folhinhas novas crescendo, finalmente. As mudinhas de tomate morreram na chuvarada. Ainda não plantei os pimentões nem os girassóis. Ontem não tinha nada pra fazer e queria ir embora. Até me ofereci pra levar umas coisas pra uma juíza pra poder andar um pouco. Aí eu andei uns 2 quilômetros e tanto. E o dia não passou nunca e quando passou eu fui ni bar. E tomei umas e comi comida frita de bar, bem quando estou fazendo esforço pra perder peso, caminhando ou andando de bicicleta todo dia e comendo menos e melhor. Hoje o menino mais lindo do mundo e eu vamos almoçar juntos às 12:45. Ele queria que fosse meio-dia e meia, mas se eu vou cedo o dia não passa nunca. O menino mais lindo do mundo acha que eu deveria escrever todos os dias no blogue. Que eu invento desculpas esfarrapadas e que no fundo eu sou preguiçosa. Que se eu escrevesse mais, eu escreveria cada vez mais. Eu lembro de quando eu escrevia historinhas com o André Takeda. De quando eu ia trabalhar no escritório e em vez de trabalhar, eu queria escrever uma coisinha. De quando eu tinha coisa pra escrever todos os dias. De quando eu escrevia coisas engraçadas que sobreviveram ao meu teste do tempo porque eu leio os arquivos e ainda acho engraçado. Mas eu sempre reclamo sobre as mesmas coisas e acabo não fazendo nada mesmo. Preciso pensar em alguma coisa. Ou sentar minha bunda e ficar olhando pra tela mesmo. Pra ver se passa essa inércia. SOS.

7 comentários:

  1. Oba! Ela voltou! Tá em SP ou US? Concordo com o menino mais lindo do mundo! Es-cre-ve! Es-cre-ve! Es-cre-ve!

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  2. Infelizmente, Pema, só fiquei em São Paulo uma semana e já estou de volta à labuta...

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  3. "O menino mais lindo do mundo acha que eu deveria escrever todos os dias no blogue."

    Esse menino sabe das coisas. ;)

    Que bom que você voltou!

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  4. Eu demoro a vim dar meus alôs, mas tô sempre te lendo no feed.

    Adoro quando tem post novo seu ;)

    Beijo,

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  5. a casa dos nossos pais será SEMPRE a nossa casa, não importa o quanto fiquemos longe.

    bjus

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  6. Lys, será que voltei? Eu quero, mas minhas forças criativas parece que me abandonaram.

    Rafa, falei oi assim pra meia dúzia de pessoas porque realmente não houve tempo. Mas eu volto.

    , não me deixe jamais!

    Lulu, as aves que aqui gorjeiam não gorjeiam como lá!

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