3.3.09

Já vi que é impossível querer ser anônima

Num blogue que vai mudando de endereço, mas que tem o mesmo nome faz quase 8 anos. Vi que uma alma boa googlou meu nome completo lá na Federal do Paraná. Aliás, quem sois que me conheceis? Mas corrigindo uma falha minha (apaguei o nome da minha mãe de um dos posts e logo que o G*oogle varrer o blogue com os robozinhos de novo, deve desaparecer) e tirando um outro blogue que me cita, só resta uma menção num artigo da Época, de milênios atrás, mas sem o nome inteiro do blog e levando a um linque antigo. A esperança é a última que morre, né?

(Ou... como seria mais prudente, simplesmente não escrever nada que possa ferir os sentimentos ou a reputação alheios. Tira super a graça do blogue. Se souber de outra forma de reaver minha quase anonimidade, não se cale.)

3 comentários:

  1. Ih, guapa... Que coisa mais chata pessoas te perseguindo... Olha só, mas vc tá tão longe do Brasil (pelo menos, eu acho, só te conheço pelo blog mesmo... rsrs...) que manda todo mundo catar coquinho no mato e continua escrevendo! =)

    Besos, besos..

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  2. Oi Ione, fui eu quem estava na UFPR e procurei seu nome no google. Acompanhava seu blog antigo e me deu vontade de ler seus posts novamente, me identificava com eles, me emocionava, me fazia sorrir. Em alguns momentos, sinto que preciso resgatar alguma coisa que parece que está se perdendo por causa das mudanças que a vida impõe, pode ser sentir um cheiro familiar, fazer coisas que costumava fazer e que me deixavam feliz. Para minha surpresa você estava escrevendo de novo! Ou já há algum tempo, né, eu é que estava desatualizada! Que bom, vou voltar sempre. Lucy.

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  3. Enxaqueca, se fosse tão simples, né? Mas a verdade é que a gente tem que tomar cuidado.

    Lucy, nossa, que legal. Vou fazer um esforço pra continuar escrevendo. :)

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