31.7.08

Coisas que me fazem sofrer(zinho):

Ficar escolhendo cachorrinhos em sites de adoção, quando nosso landlord não deixa de jeito nenhum ninguém ter animal de estimação.

Livros que amei (ou não): guerra e humanidade

A long way gone, de Ishmael Beah

(Muito longe de casa, título publicado no Brasil)

Atualmente ando me perguntando se sou super chata e não sei mais gostar de nada. Sempre, sempre essa dúvida. É muito difícil eu ficar toda babandinho e de olhinhos virando por causa de um filme ou um livro. Esse comprei pra começar a participar de um grupo de leitura -- não porque eu realmente tivesse vontade de encontrar pessoas aleatórias, oi, nunca te vi, pra falar sobre livros, mas porque é muito difícil fazer amigos aqui. Eu acho. Não ajuda que eu sou super ermitãzinha e facilmente irritável pela babaquice humana. Ou pela total falta de bom senso dos seres que nos cercam. E aí eu ia encontrar pessoas novas e, né?, quem sabe? Elas gostam de ler e eu também. Ocorre que esse grupo tem trizilhões de membros, com encontros à noite, na cidade (que é Filadélfia; eu moro numa cidadezinha-inha que fica na fronteira sul). Quando eu decido que, ouquei, pode até ser que, depois de ter chegado em casa, feito janta, tomado banho, começado a pensar em, sei lá, morgar um pouquinho, eu vou pegar o trem de volta ou ir de carro e vou lá no site do grupo responder que vou, não tem mais vaga. Modos que nunca nem sequer encontrei essas criaturas leitoras e, portanto, não pude encontrar nenhum(a) best friend forever. Não consegui encontrar nem ninguém pra ser caleguinha.

Fato é que todo mundo ficou super bilu-bilu, fazendo assim com o dedo no beiço feito bobinho, com esse livro. Que não é ficção. É a história desse menino de Serra Leoa que acaba tendo que virar um soldado e lutar na guerra civil. Não, por óbvio, porque quer, mas porque tem que sobreviver.

Aí as pessoas dizem que é o livro mais sensacional de todos os tempos. Que, gente!, que honesto é o testemunho desse menino (que se mudou para os Estados Unidos e acabou se formando em Ciências Políticas). E como ele escreve bem! Acho que rola uma confusão. Ou um sentimento de culpa por nem saber onde Serra Leoa fica no mapa ou que esse país existia. Aí as pessoas "descobrem" que por-JC!, há crianças em guerras civis, passando fome, separadas de suas famílias, sem ninguém para dar-lhes afeto, conforto ou qualquer explicação. E confundem a bacanice (e a sorte) da vida do Ishmael poder ter ficado tão melhor, dele ter sobrevivido, tentado entender, escapado de ficar amargo, conseguir ir pra faculdade e tudo mais, com o escritor. O escritor não é a pessoa. Quer dizer, é, mas você me entende? Não dá pra achar que o livro é ótimo porque a gente sabe que o escritor sofreu e porque a gente fica sentindo um misto de dó e culpa. Eu não posso me sentir pressionada a achar que o livro é bom porque, pourra!, você não tem coração?

Então, assim. Pra engrandecer você e pra você ficar sabendo um pouco sobre Serra Leoa e a guerra civil, pra ser aquele tantinho de informação que não é tão distante e intangível e sem cara e identidade como uma notícia no jornal, eu recomendo. Como um livro bem escrito, que faz a gente chorar e se envolver e tãnãnã, não funcionou pra mim. Pronto, falei. Podem tacar pedras agora. Podem dizer que eu tenho coração peludo. Não me importo.

Never let me go, de Kazuo Ishiguro
(Não me abandone jamais, título publicado no Brasil)

Mas aí. Depois de achar que tinha me tornado uma pessoa de meia-idade super amarga, super jiló, reencontrei Ishiguro. Ishiguro, eu te amo! Sério. Ishiguro escreveu Vestígios do Dia. Se você viu o filme, leia o livro. Porque eu gostei do filme, mas o livro. O livro!

Se -- e quando -- você comprar esse livro, ou for ler, não leia a sinopse. Estraga toda a surpresa. Faça a compra (ou empréstimo) de olhos fechados. Não leia aquela parte que fala os temas dos livro (aquela do catálogo da Biblioteca Nacional ou coisa que o valha). Acabei de ver que tem na Livraria Cultura e a sinopse entrega tudo de bandeja. Buuuu.

Quando eu comecei a primeira página, fiquei assim: hein? Que é isso? O que Kathy (a personagem que conta a história) faz? Será que eu não sei inglês direito e não tô sacando a pegadinha? Mas fui indo. E tudo é tão sutil. É assim: leve porque é sutil, mas deixa um peso, uma tristeza. Uma coisa meio de desespero: mas por quê?, por que é que as coisas são assim? Um livro todo de especulações sobre entrelinhas. Sobre, especialmente, o que não foi dito e sobre as pontinhas das coisas que foram ditas, mas que não se desenrolam. Não há uma trama em que um monte de coisa acontece, em que a história muda de rumo pra lá e pra cá, mas você quer ler e ler mais porque também quer entender tudo. Você se surpreende porque vai descobrindo as coisas que não foram ditas também, e a história, o cenário vai se revelando. Como os personagens também foram descobrindo o que estava por trás de tudo que não souberam perguntar ou ouvir ou ver. É pra deixar a gente pensando: o que é que faz a gente ser gente? Quando é que a gente aprende a não questionar, a aceitar tudo e engolir?

Eu (muitos coraçõezinhos) Never Let Me Go. Mas não quero escrever muito sobre ele porque não quero acabar escrevendo spoiler.

Leia, leia, leia.

P.S. Agora resolvi googlar o título e te poupar o trabalho de ver se o livro foi publicado em português no Brasil.
P.P.S. Alguém aí viu Into the Wild? E não achou que era essa coca-cola toda?

30.7.08

Nota de falecimento

Ontem, faleceu o cacto de cabecinha vermelha que comprei no inverno/primavera deste ano por complicações advindas de uma mordida de esquilo. Segundo o boletim médico, após 3 semanas em terapia intensiva (na janela da cozinha), o cacto sofreu amputação da cabeça e parte do tronco, afetados por fungos, mas os resultados não foram os desejados. Sobreviveu ao ataque a companheira babosa, que sofreu apenas pequenas mordeduras, outros cactos, e aquelas plantinhas de folhas gordinhas de cujo nome não me recordo agora.

24.7.08

Eu amo:

4shared.

23.7.08

Uma historinha que eu escrevi faz tempo (Eu queria aprender a falar delicadezas):

Eu queria aprender a falar delicadezas que não fossem tão tristes, nem fizessem a gente se sentir pequena e escura por dentro e com medo de tirar as meias e pisar no chão frio. Eu acordei com saudade. Saudade é bom pra acordar com a gente. A gente levanta e deixa a saudade dormindo quietinha na cama, com medo de ela assustar com o barulho do vento entrando pela janela -- para colocar as mãos pra fora e sentir se frio, se calor, se azul -- com o barulho da roupa sendo vestida e do perfume voando no ar até o colo. A saudade enrolada na colcha de retalhos dos pijamas dos irmãos, costurados na máquina da minha mãe, os pés dela escondidos, pequenos, fazendo correr a agulha nos panos, os pijamas com desenhos de navios, com estampas de bonecos de neves de flanela, corujinhas com olhos grandes, sorrindo. Dava medo de acordar a saudade dormida com o barulho da lembrança da máquina de costurar. Eu queria aprender a falar delicadezas que fossem silenciosas e tristes como se fossem uma agulha guiando os fios de sedas azuis e amarelos e de outras cores também, a agulha, o dedal. O ponto cruz das flores no sereno. O sereno.
Eu trouxe essa colcha pra cá quando vim do Brasil da última vez.

Super quero isso:


Lembrança de fim de tarde na fazenda (onde aprendi a diferença entre pato e ganso). Os colonos (ui, que coisa mais... sinhazinha) e meu pai e irmãos jogando e espantando mosquito.

18.7.08

8 sonhos que a gente tem pra antes de desencarnar

Update: (Como assim o título estava sem pé nem cabeça e ninguém me avisou? E os erros de pontuação e etc.? :p)

Que a Penkala me pediu pra fazer. Obrigada! Já não me sinto tão só...

Regrinhas:
  • Escrever uma lista com 8 coisas que sonhamos fazer antes de morrer;
  • Convidar 8 parceiros(as) de blogs amigos para responder também;
  • Comentar no blog de quem nos convidou;
  • Comentar no blog dos nossos(as) convidados(as), para que saibam da "intimação";
  • Mencionar as regras.
8 sonhos:
  1. Ter coragem pra fazer coisas criativas. Qualquer coisa. Não precisa ser sensacional.
  2. Conhecer melhor o meu país (e o mundo): ir pra tudo quanto é canto.
  3. Morar (ou ter, o que seria melhor) numa casinha bonita, com varandinha pra fazer refeições lá fora, ou morar num apartamento estiloso num lugar bacana e cheio de coisas pra fazer com o menino mais lindo do mundo.
  4. Ser fluente em pelo mais uma língua - espanhol, de preferência.
  5. Aprender mais e mais receitas, especialmente vegetarianas, e aprender a fazer pão.
  6. Ler todos os clássicos -- o que eu acho que é impossível, porque com o passar do tempo, mais clássicos temos.
  7. Fazer uma viagem ao espaço e ao fundo do mar.
  8. Inventar o combustível renovável e limpo perfeito (como eu não sei, já que não sei lhufas de química, mas é sonho).
  9. Mais um? Ver todas as minhas sobrinhas fazendo coisas muito legais, sendo felizes e inventando coisas e aprendendo.
Puxa, que sonhos mais bocós. Tão difícil isso de fazer lista pra mim. Nunca consigo.

As 8 pessoas:

17.7.08

Livros que amei (ou não): não mesmo

Eeeee Eee Eeee, de Tao Lin. Não passei das primeiras 4 páginas. Li várias críticas, as pessoas falando de como o livro é tudo, como é massa, etc. O menino mais lindo do mundo também tentou, leu umas 15 páginas. É muito estranho. Estranho só pra ser estranho. A coisa não faz sentido. Talvez eu seja burra, talvez eu tenha pouca sensibilidade artística, talvez as coisas do mundo me confundam e não façam sentido porque eu estou ficando velha e cada vez mais apegada ao jeitinho de tudo, das coisas, como elas sempre foram. Teria eu me tornado uma conservadora em minha tenra idade? Desacostumada a ver novidade no mundo? Pra mim, o que importa é a história e se é bem contada. Quanta gente no mundo que não tem nada a dizer, cujas histórias são tão mimimi, mas que o fazem tão bem, que a gente ri e chora e fica fã. Outras apelam pelo extremamente inusitado, porque parece que é assim que é agora. Tem que ser inusitado. Tem que ser super esquisito. Mas não me toca, não me emociona, não vai, gente, não vai. Eu poderia dizer que a história isso ou aquilo. Mas como li tão pouco, não sei dizer nada da história. Porque nem história nem estilo me envolveram o suficiente.

At a Crossroads - Between a Rock and My Parents' Place (Kate T. Williamson) foi outro que me deixou olhando para um ponto indeterminado no infinito e piscandinho bem blé. Aquela coisa, né? Olha que situação difícil na vida dessa pessoa (posso estar errada, mas não há nada no texto ou no que li sobre o livro que me faça achar que eu esteja): após ter-se formado em Harvard, onde estudou cinema, a autora vai para o Japão, onde passa um ano. De volta para os EUA, vai morar com os pais. Inicialmente, o plano é passar 3 meses. Ela acaba ficando lá por quase 2 anos, quando ela tem um momento de conexão íntima com o Universo e as energias telúricas e bling!, tudo passa a fazer sentido: ela vai mudar pra Nova Iorque.

Quer dizer, né? Que vida di-fí-cil. Acaba de terminar a faculdade -- Harvard, no less -- e vai passar um ano no Japão pra, sei lá, curtir o design, a arte, a tradição orientais. Aí volta pra casa e resolve escrever/desenhar um livro sobre esse ano fora. Enquanto vai a shows, faz aulas de patinação e assiste tevê. Mas, gente, não é só isso. Olha quanta coisa ruim acontece. Proteja-me JC!, os esquilos começam a fazer barulho no sótão! E ela percebe que não há mocinhos pra ela paquerar porque eles todos estão no colegial! E ela joga, sem querer, uma bola de tênis na cabeça de uma menina!

Podia ser emocionante? Lógico. Acho que quem escreve bem pode conseguir tirar leite de pedra. Faz do caso mais árido algo divertido ou interessante. Eu acharia o livro até que mais ou menos se não quisessem me vender que é pra eu ficar com pena dela porque, such a loser, ela tem que dar aulinha particular, não sabe o que fazer da vida e mora com os pais (que, aliás, pelo que está no livro não vêem nada de errado com toda a situação, não é que, nossa!, eles estão bravos ou indignados ou desapontados). Embora eu não veja nada de difícil nessa vida, pode até ser que fosse difícil pra autora. Mas ela não me conta isso. Ela só me mostra os pequenos fatos da vida e quer que eu sinta alguma coisa. Eu sinto: sinto muito. Se o livro tivesse outro nome, eu acharia mais ou menos. Porque os desenhos são super bacanas, mas o texto não acompanha. Não fico com pena, não fico triste, não fico alegre. Porque não tem história. Tem cenas. Olha eu jantando com os meus pais. Olha eu triste, deitada no chão do meu quarto. Olha eu passeando com o cachorro. Se me dissessem que são cenas da vida dela nesses 2 anos, eu estaria super ouquei, porque minha expectativa seria diferente. Se ela dissesse, olha, gente, eu fiz um diarinho, não é legal? É, é legal(zinho). Mas não me venha dizer que é pra eu super entrar na história, porque não dá. Não tenho os detalhes pra. Não entendo a babação de ovo por aí. Acho que as pessoas agora ficam impressionadas se alguém *faz* alguma coisa. Não precisa ser bom. Bastaria existir, bastaria ter iniciativa. O problema é que não basta.

16.7.08

Quero todas!



Todas essas revistinhas do Dan Price! Por 320 doletas, eu teria todas! Todas elas! Sonho meu! Tirei as figuras das capas diretamente do sítio do Dan Price. Quem sabe de pouquinho em pouquinho...

15.7.08

Me dei conta de que...

Não conheço ninguém que tenha realmente jogado Ludo. Ludo, pra mim, era o joguinho feito pra gente perder as pecinhas por aí.

Tem tantos blogues

Que eu leio de verdade -- não só pra ver fotos -- que não estão na coluna do lado, mas estão no meu Reader. Desculpaí, viu?, se eu não coloquei o seu blogue aqui. Achei que valia pedir desculpa, porque vira e mexe eu acho gente nova que tem meu link, mas eu não coloco nada novo aqui... Leio tudo, tudinho. Preciso comentar mais também. Sinto falta de quando meu blogue era mais movimentado, então acho que outras pessoas também gostam de receber uma notinha. Mas, anfã. Mea culpa.

11.7.08

Detesto reciclar posts.

Acho super falta de imaginação. Não gosto, não gosto. O menino mais lindo do mundo viu meu blogue logo depois de eu ter dito exatamente isso, que é difícil ser original. E ele disse que eu faço igual. Então é grave. Tudo é uma coisa de: olha o que eu vi, olha o que eu li e toma o linque aqui. Mas pra isso eu tenho a pagininha das coisas do meu Google Reader pra todo mundo ver. Meu GR deve ter uns quadritrilhões de blogs, que eu coloquei em pastinhas próprias -- Fotos, Blogs, Blogs Estrangeiros, Pra Fazer, Coisas Bonitas, Pra Pensar. E, sério, houve dias em minha vida que eu tinha mais de 1000 itens pra ler (excesso de informação!). Desses 1000 posts que caem ali, juro que quase metade é de coisa reciclada. Que alguém viu no blogue de outrem e vamos postar também. E aqui vai minha contribuição generosa pra falta de imaginação no mundo. Porque eu li sobre Maria Forde no Wrong Distance. E fui ver qual era e era super sensacional.

Eu adoro quando eu vejo coisas que são meio tosqueira mas são bonitas ao mesmo tempo. Essas coisas que fazem a gente sentir que a gente também poderia ir pra casa e começar a escrever historinhas ilustradas das nossas vidas com caneta Bic em papel no verso de, sei lá, recibo de compra a débito. Porque todos temos histórias e todos sabemos desenhar um pouco. Nem que sejam hominhos palitos ou carinhas sorridentes.



Fonte (e pra ver maior):
1. O desenho do ônibus.
2. O desenho do carinha de máscara na lavanderia.

Tem um monte de coisas diferentes e eu fiquei muito obcecada. Vendo tudo ao mesmo tempo agora. Super amei a idéia dos cartões postais. Ela desenhou os postais e mandou pra avó, mãe, professor de Química que ela teve e duas amigas de infância. E as pessoas escreviam atrás e mandavam de volta. O postal podia servir de inspiração ou não. Fiquei com vontade de fazer isso. Mas aí eu lembro que eu tentei implementar aquela coisa do diário que ia sair pelo mundo pra receber contribuições e que depois eu ia escanear pra todo mundo ver. Mas aí o plano furou depois de, sei lá, uma pessoa, qual seja, eu. Porque a segunda pessoa nunca teve tempo, blablablá. Mas, se alguém quiser brincar comigo, puxa, eu ia ficar super feliz. Além de brincar de desenhar, a gente ainda recebe coisa por correio, além de conta ou de oferta de cartão de crédito com taxa de juro a 21%.

10.7.08

Meme; 12 with Flickr


Meme; 12 with Flickr, originally uploaded by Ione.
Não ficou tão bonito quanto eu queria. E dá muito na cara. A resposta pra pergunta 3: mistério. Mas como torço pro São Paulo, deixei. Olha que óbvio:

1. Ione__* (Cantrell) and Roy Harris, 2. Café A Brasileira, do Chiado, 3. Mascote - SPFC, 4. Independência da Bahia, 5. crime scene investigation finland, 6. CARAMBOLA, 7. Beija-flor Tesoura - Swallow-tailed Hummingbird 309 - 9, 8. Untitled, 9. Feliz Fin de Semana!! / Have a Nice Weekend!, 10. Ler, 11. O vira-lata Timão, 12. ione__* (11)

Fiz com fd's Flickr Toys.
Pra brincar:

a. Faça uma busca no Flickr com a resposta pra cada pergunta abaixo.
b. Escolha uma imagem da primeira página de resultados.
c. Copie e cole cada linque para as imagens no fd’s mosaic maker.

Perguntas
1. Qual o seu nome?
2. Qual é sua comida preferida?
3. Onde você fez colegial (sou velha)?
4. Qual é sua cor preferida?
5. Quem é sua celebrity crush?
6. Bebida favorita?
7. Viagem dos sonhos?
8. Sobremesa preferida?
9. O que você quer ser quando crescer?
10. O que você mais ama na vida?
11. Descreva-se em uma palavra.
12. Seu nome do Flickr.