26.6.08

O momento mais feliz e mais triste do meu dia de hoje até agora:

Acordei e eba!, é sexta-feira! Aquela alegria, né? Deu até uma cousa por dentro me enchendo de bons hormônios, blablablá. Cinco segundos depois me dei conta de que, não, é quinta ainda. Fom-fom-fom-foooooooom. Ainda de olhos fechados, fiquei escolhendo que roupa usar hoje. O que não é muito difícil considerando que (ver abaixo). Coloquei a mesma calça que eu tô usando faz 3 dias -- o que pode não ser nada no inverno, mas é verão e as pessoas suam. As pessoas visitam nenês recém-nascidos de outras pessoas e acariciam o cachorro que está super infeliz porque não ganha mais todo aquele amor só pra ele, modos que a calça cheira a cachorro. As pessoas não têm outra calça que não deixe as banhas da pança saltando pra fora, não que essa contenha alguma coisa, e descobriram que quando o número é ímpar, que é o caso, é porque é de adolescente, não de adulto, o que é de algum consolo.

25.6.08

Além de ter banda, o menino mais lindo do mundo tem blog

Poly-Ticks é sobre, dã, política internacional. Os textos vão ser em inglês e português. Quem se interessar sobre política, visite, leia e comente!

23.6.08

Elizabeth Garvey Art



Tantos desenhos lindos da Elizabeth Garvey (que, aliás, mora aqui em Filadélfia). De babar.



20.6.08

Só umas dicas

  • não é bacana usar meia-calça transparente com sapato aberto -- diz que é transparente, mas na verdade aparece, se você ainda não notou, e é feio;
  • não, não é ouquei se for daquela deditoos-de-f0ra (por aqui essa invenção genial não chegou) -- isso não orna com absolutamente nada. Talvez, talvez!, você possa usar se for madrinha de bateria;
  • não importa quão modernê e/ou jovem descolê você seja: mullet nunca vai ser in;
  • ah, por último! correntinha de tornozelo? Jamais.

19.6.08

Livros que amei (ou não): as regras do Bill Bryson

Obecadinha da Estrela com o Pollan, passei a prestar atenção no que como e sempre explicando pro Menino Mais Lindo do Mundo: olha, isso segue as regras do Michael Pollan. Mas como ele não lembrava o nome do meu mais novo amor, ele usou de um que ele conhece, o Bill Bryson, de quem eu já falei aqui. Virou "as regras do Bill Bryson". Não são regras, são recomendações, sugestões, ou: "oi, tudo bem?, vai um pouco de bom senso com seu livro e cafezinho hoje?". Não é assim realmente necessário ter alguém que me diga que não é boa idéia comer coisas que contêm substâncias cujos nomes eu não sei pronunciar. Ou que diga, olha, se tem mais ingredientes do que a versão caseira -- tô falando assim, de pra lá de mais de 10 ingredientes -- não é bacana. Tipo pão. Leva farinha, fermento, água, ovo. Já parou pra ler quais são os ingredientes do seu pão Pullman?

O livro explica bem também, por outro lado, a busca pela novidade mais tchã. É comer carboidrato? É entupir-se de proteína? É tomar 10 litros de chá verde ou tomar vitamina? Antes de ler, pensei assim: parece um pouco óbvio esse conselho da capa: Coma comida. Não muita. E na maior parte, plantas. Só pensar aí nos seus avós e bisavós. Qual era o estilo de vida? Trabalho braçal, geralmente, que dá fome. Dormir cedo pra acordar cedo. Comer até matar a fome. Ter uma hortinha, geralmente. Carnes, só quando as vacas, os carneiros, os porcos, as galinhas nasceram, cresceram e multiplicaram-se (e engordaram) como sói a um ser vivo. Não é pra comer bife, costelinha no bafo até ficar entupido. É pra ocasiões especiais. E de acordo com os ciclos da natureza.

É bem bacana também ver que o Pollan sabe que comer, bem ou mal, não é só uma questão de hábito. O que é mais barato? Comprar um pacote tamanho buzanfa descomunal de Cheetos ou frutas? Comer qualquer coisa do méqui ou fazer uma jantinha em casa? Aliás, janta pronta a gente reconhece por um pi. Do microondas. Não é todo mundo que tem dindim pra comer bem. Outra coisa bem interessante: cultura. Quem aqui senta à mesa pra comer e conversar? Quem aqui come vendo tevê? Quem como sozinho (eu!). São fatores que têm a ver com apreciar o que se come, prestar a devida atenção. Dividir. Ai, gente, tantas coisinhas bacanas que ele diz...* Não consigo lembrar de todas as regras do Bill Bryson agora. Rarrá.

Eu ia dizendo que não é necessário falar (e escrever e ler) o que deveria lhe saltar aos olhos ou incomodar o estômago (ou os quadris e o coração e tudo dentro do seu corpo, dependendo do quanto e como você come), mas é. Porque o pessoal aqui parece meio perdido. Tipo, tudo bem comer tudo frito se não tiver gordura trans. Tipo, carne é uma coisa que se come todo dia e meio quilo cada vez. Tipo, todas as porções são para pessoas anormalmente esfomeadas e/ou que comem por 3. Tipo, quando é que se deve parar de comer? Quando acabou toda a comida servida/feita, invés de: quando sua pança tá cheia. E tipo, prefiro tomar um comprimido que promete que eu não só não vou engordar, como também perder peso (pra não ter que fazer um esforcinho e acordar cedo e, sei lá, dar uma andada em vez de só ficar mocorongando).

Admito: eu como deveras. E mocorongo demais também. Como porque gosto de comer e porque não sei parar, mesmo quando a pele da minha barriga tá estalando, emitindo sinais de que não há mais espaço dentro deste corpo (que certa feito foi quase esbelto) pra onde a comida que está sendo mastigada possa ir. Eu luto contra a minha pança. A coisa piorou quando mudei pra cá. Antes de vir, estava conseguindo manter um peso ótimo, comendo bem e de tudo. Agora tenho que lugar contra a pança, as coxas que faz chuchi-chuchi quando eu ando de saia/short curto no calor e, enfim, todas essas curvas que, infelizmente, estão todas em lugares impróprios e em forma/quantidade indesejáveis. Mas com a ajuda do MP e do meu bom senso, acho que chego lá.

*Dá pra ler uma versão condensada de tudo isso no sítio do Michael Pollan. Aproveite pra sapear mais. Esse cara é muito batuta.

18.6.08

Aqui em casa, JC proíbe:

Dar uma passada de água nas louças sujas e colocar no lava-pratos e/ou até dar uma limpadinha na louça, mas nunca!, nunca! colocar no lava-pratos. Diz que, segundo o livro do Apocalipse, dá pêlo na mão. Tem outros pecados também, com castigos piores, imagino. Levar o lixo pra fora, por exemplo. Ixi, o lixo nem chega no saco! Porque JC faz seu pinto cair se você jogar resto de comida ou latinha de refrigerante fora. Tem que deixar na sala, que é tipo decoração de gente modernê. Ou, sei lá, quem sabe comprar papel toalha ou detergente ou qualquer coisa que seja de uso comum. Ixi, gente, deve dar pesadelo e brotoeja e causar aumento de 3 quilos instantaneamente (o consumo de bebidas alcoólicas em quantidade e porções que dariam pra 3 pessoas e a falta de exercício não têm nada a ver com isso). Ah, lembrei de outra. Parece que JC fica pê quando, se as circunstâncias forem favoráveis, você não colocar o seu pé extremamente chulezento no braço do sofá em que sua roomie está com a cabeça.

Pela atenção obrigada.

Todo mundo tem que ver. Faz esse favor pra mim.

Green Porno. Da Isabella Rossellini, com ela mesma mostrando a vida sexual dos pequenos e mais inocentes bichinhos. Amei o da abelha. Do caracol. E o da aranha -- que estranhamente tem um comportamento bastante semelhante ao de alguns mocinhos? Mas não serei má.

Em algum dia de maio

foi aniversário de 7 anos de Menina do Didentro.

16.6.08

13.6.08

Aw, que bonitinha essa propaganda


12.6.08

A vida como ela é

Via Frufru e Swissmiss, dois blogs que estão no meu Reader:




Ali Alvarez compra raspadinhas, mas nunca vai saber se ganhou algum prêmio. A coleção começou por causa de uma ex que jogava toda semana. Segundo ele, o ciclo que se forma a quem "joga" -- sonhar, formar expectativas e decepecionar-se -- já acontece naturalmente na vida. Pra que, então, arriscar mais? Alvarez diz que ele está bem do jeito que está.

Em time que está ganhando não se mexe? Quando é que a gente deve arriscar? Só quando a gente sente que tem alguma coisa de errado? Então as pessoas ou as nossas circunstâncias não podem melhorar mesmo quando tudo está bom? Acho o projeto bem legal. Faz a gente parar pra pensar um pouquinho. Mas não concordo com a premissa da coisa toda. Quem tá na chuva é pra se molhar e acho que é legal mexer no time, mesmo que esteja ganhando.

Curtas

Ontem, jogando Scrabulous, depois de estar perdendo por quase 100 pontos, quando achei que não dava mais pra mim (o menino mais lindo do mundo tinha colocado javelins, o que lhe deu uma vantagem, assim, de léguas submarinas, causando meu bico caído a quase tocar o chão) mandei um "aqua" com "qi"e "aa" que me deu 50 pontos de uma só vez. Perdi, mas perdi bonito. 235x237. Viva as palavras bestas, não?


Quem quiser me chamar pra um jogo (depois do trabalho, claro), pode me mandar um e-mail (que está aqui na coluna à direita. No mínimo, serve pra treinamento pra eu não chorar.

* * *

E não é que o olho esquerdo está chorando e ardendo e recusando-se a apreciar a "luz do sol, que a folha traga e traduz"? Acordou remelento e, sério, dá pra parar?

* * *



Images de SuperDeluxe

SuperDeluxe. Essa dica é pra guardar junto do coração. Eu colocaria meus vídeos preferidos aqui, pra você ver direto do blog, mas não quero privar ninguém do prazer de descobrir todas as séries diferentes do site. Cuidado. Vicia. Minhas séries preferidas são I am Baby Cakes e The Professor Brothers. (Só um aviso. Não é comédia meiguinha e inocente. Então se você estava planejando em assistir com criancinhas fofas, é melhor voltar depois.)

11.6.08

Dor de dente?

Assim não dá. Eu sei que eu tenho que sair mais cedo cada 6 meses pra ir buscar as pírulas-anti-bebês lá na clínica de pobrinhos. Quando eu digo cedo, é assim 1 hora antes da hora marcada -- daí eu tenho que sair às 3:20h da tarde pra poder chegar lá às 4:15h, blábláblá. Porque eu tenho que pegar o trem pra estação perto de casa e daí tenho que pegar o carro e ir até a tal clínica. E o trem só tem de meia em meia hora. Modos que. Daqui a menos de 2 meses tenho que ir de novo. Modos que faz 4 meses que fui.

Em março, viagem ao Brasil. Tirei 6 dias de folga. Depois... dentes do siso! 3 dias sofrendo em casa. E mais uma tarde pra ir a uma consulta besta só pra ver se estava tudo bem porque eu não estava convencida de que estava tudo bem com toda aquela comida entrando nos buracos dos dentes e não saindo nunca mais. Semana passada, cheguei 2 horas e 15 minutos mais tarde porque fui fazer exame de motorista e tive que esperar pra carta ficar pronta. E pra poder tirar a carta, eu tive que ir à médica pra preencher um formulário dizendo assim que tudo bem eu dirigir, que não sou um perigo. Medicamente falando. Então foi um dia que eu saí mais cedo ou cheguei mais tarde também.

Tá fazendo as contas? De quanto tempo eu passo fora do trabalho quando deveria estar trabalhando? Isso tudo em menos de um ano trabalhando aqui. Antes disso, não lembro quando exatamente, mas foi no inverno, eu fiquei dois dias em casa porque não havia meio de parar de tossir. Ah, e teve uma outra vez que meu olho esquerdo, cuja córnea eu machuquei em 2005 (ver foto abaixo), tava quase caindo porque a nova onda do momento é pegar conjuntivite a cada x meses e eu tive que sair mais cedo pra resolver uma questã com uma receita que a minha médica ia deixar pra mim na farmácia (por telefone).

Essa foto não faz justiça à dor que eu sentia. Tô até que bonitinha e apresentável, considerando que cada vez que eu mexia o olho pra lá e pra cá era como se uma lixa. lixasse. o dentro. da pálpebraaaaaaaaaaaaai e a bolinha do olho ela mesma, e que eu estava fazendo um esforço pra ficar com o olho aberto porque o povo do pronto socorro disse que não era nada. Nada, pessoal! Isso não era nada, viu?

Qual era o ponto dessa história que a ninguém interessa? Ah, sim. Agora inventei de estar com dor de dente. Que não é invenção. Quando eu como qualquer coisa doce/quente/salgada/gelada dói. Tudo bem que está na hora de ir de novo e fazer limpeza, mas tipo. Beto Marc@ deve achar que eu sou hipocondríaca. Que invento tosses, dentes que precisam deixar minha boca e olhos murchos/vermelhos/nojentos. Existe uma hora em que uma pessoa normal tem que parar de ir ao médico e ao dentista? Próxima reclamação, já sei: vai ser a língua que está com perebas de tanto lamber envelopes.

10.6.08

Livros que amei (ou não): viagem no tempo

Inveja. Muita mesmo. Como é que essas pessoas têm mais ou menos a mesma idade que eu, mas escreveram 2 livros, sendo que um deles virou ou vai virar filme? Assim, ambos. Krauss e Foer, escreveram 2 livros cada, ambos venderam os direitos de um deles para o cinema. Não só eles escrevem bem, como também ganharam dinheiro. Detalhe é que eles são casados. Bebem uma aguinha secreta? Uma fruta com vitaminas que a gente não conhece? Ou, como me disse o menino mais lindo do mundo, eles têm talento e trabalham e suam e mostram empenho pra mostrar que têm talento. E daí vêm os planos que se realizam. Ao contrário de você, ele me quis dizer, com jeitinho, calçando luvas de pelica: se acha que tem talento, então comece a fazer alguma coisa. O caso é que eu não acho que eu tenha suficiente talento ou simplesmente talento, mas, enfim. Aos livros! Às histórias!

The History of Love é o primeiro dos livros alugados que eu não quero devolver (paga-se um preço reduzido para isso). A história tem dois narradores principais. Alma, uma menina pré-adolescente que, com seu irmão e mãe, está sofrendo com a morte do pai; e Leo Gursky, um judeu fugido da Europa durante a Segunda Guerra Mundial. A mãe de Alma não consegue se recuperar da perda, não consegue largar do passado. O mesmo acontece com Leo Gursky, que não tem presente, porque quase se esqueceu de viver, preso a um amor que quase não houve. E que não teve futuro, porque nunca conheceu o filho que teve. Os pais de Alma deram a ela esse nome por causa de um livro obscuro, com pouquíssimas cópias pelo mundo e cujo autor só escreveu um livro toda vida. Alma pretende encontrar o autor para, quem sabe, encontrar o mistério do passado que não se resolve. Da teimosia de não se viver. Ela faz o papel de historiadora; quer entender o que foi para saber o que será, o que é que tem de ser feito, por que é que tudo é assim. Há também passagens do livro misterioso, a la Se um Viajante Numa Noite de Inverno, do Italo Calvino.

Extremely Loud and Incredibly Close também é uma história de perda e reconstrução. A história aqui é contada por um menino de 9 anos que às vezes é esperto demais e sabe coisas demais pra idade, o que faz dele um personagem pouco crível. O menino encontra uma chave entre os guardados do pai, que morreu em uma das Torres Gêmeas no 11 de setembro. A mãe tenta reconstruir a vida, superar a dor. Mas o menino sai numa busca pelo passado, por qualquer migalha de memória, quando decide que vai encontrar o que é que essa chave abre ou talvez o que é que ele pretende achar com essa busca. Também há passagens contadas pela avó do menino, que se havia casado com um homem que perdeu a capacidade de falar e que nunca pôde, por não saber como, viver a vida e olhar pra frente, porque tem medo de perder o que já foi perdido (também durante a guerra que está presente em THoL). Tem medo de perder o que é irrecuperável. Este homem escreve cartas para o filho que nunca conheceu, porque teve medo do futuro. Os dois livros são doces. Tristinhos. Companheiros. Cheios de esperancinha.

9.6.08

Não é que eu seja competitiva

Mas posso dizer? Que eu choro? Quase que a cada jogo de Scrabble que eu perco? Porque pode ser que daqui a uns 20 anos eu saiba todas as palavras que quase ninguém nunca usa -- não estou nem contando a lista de palavras estranhas (ou não) de 2 letras ou 3 letras que são aceitas no jogo, mas nesse momento da minha vida, não sei. Posso até jogar bem e fazer pontos (alguns, não muitos), mas não tenho chance real de ganhar. Não é que eu precise ganhar. É que eu já saio de início com uma tal deficiência. Eu não preciso ganhar. Eu só queria ter uma chance real de. E não ficar me sentindo café-com-leite. Toda vez eu tenho que prometer que não vou mais ficar assim. Que vou jogar só porque.

Dica: Para jogar, você pode tentar o Scrabulous, que é quase que nem o jogo original, mas online de graça. Como dois bons nerds, o menino mais lindo do mundo e eu jogamos a versão online, cada um de um computador -- mas ao menos no mesmo cômodo da casa.

8.6.08

Tudo

A graça da noite de sábado foi biritar e tentar imitar essa dancinha:



Fui muito campeã, mexendo os braços pra lá e pra cá e imitando a expressão facial da mulher. Todo mundo que estava em casa tentou dançar. Agora percebo que não tem a menor graça contar que a gente dançou. Que só é engraçado porque a gente nunca dança, etc. Mas esse vídeo deixa qualquer um bem humorado. Só o menino mais bonito do mundo que não. No entanto, descobri que ele chora quando ouve:



Que, concordo, é uma música muito fofa.

No mais, todo mundo junto agora brincando de virar pocinha. Porque o calor é muito, minha gente. É uma coisa que já gruda em você a partir do momento em que você começa a se mexer, isto é, quando abre os olhos. Uma coisa paralisante.

5.6.08

O que me espanta

Não é a capacidade de ouvir as mesmas músicas, todos os dias, 4 vezes por dia. É a incapacidade de ficar em silêncio, ou de aproveitar os benefícios do silêncio. Se ela não se dá conta de que a programação dessa estação não muda -- nunca --, qual é a necessidade de ter esse barulho de fundo por 8 horas do dia?

4.6.08

Quase perdi totalmente a cabeça

Com gente me fazendo pergunta estúpida. Eu fui tirar xerox de uma papelada, entalou papel. Tentei tirar seguindo as instruções que aparecem na telinha. Nada. Tentei, juro, umas 5 vezes. Porque eu não gosto de deixar pra depois. Aquele trabalhinho fácil que dá pra resolver agora, mas que. Outras 3 pessoas tentaram e nada. Enquanto o papel não sai -- ou enquanto a máquina acha que ainda está lá -- nada feito. Lógico. Porque a mensagem fica piscando pra sempre. Aí as pessoas vão lá. E vêm a mensagenzinha. E pra reforçar, eu vou atrás e explico qual é o problema. Porque afinal foi na minha vez de usar que entalou papel. E as pessoas em seguida me perguntam: "Então quer dizer que não dá pra usar?" Ou perguntam, depois de ver a telinha: "Alguém sabe se a máquina não está funcionando?" Pffffff. Gentê, vocês tentaram usar a máquina e não funcionou? Então sinal de que, né?, não tá funcionando. Agora, por favor, pára de fazer pergunta burra. Por favor.

Essas coisinhas. Ou ou tio do mal que eu detesto e que tentou comprar minha simpatia me convidando pra ir almoçar com ele. Declinei. Olha, valeu pelo gesto, mas prefiro realmente que nossa relação seja estritamente profissional. Gente liga falando espanhol, ele não fala espanhol. O pessoal que trabalha com ele não fala espanhol. Aí ele pede pra secretária dele -- a do rádio -- pedir pra eu atender porque "a mãe dela era espanhola, de Cuba", mas ela não sabe falar espanhol. Canso. Muito. Não pretendo mais cansar minha beleza pra corrigir. E dizer que hispânico, latino e espanhol são coisas diferentes. Foi só isso. Porque eu preciso reclamar, então que seja pra você. Porque eu preciso remoer e passar raivinha, pensando muitas vezes nas mesmas historinhas que se repetem todos os dias -- com a mesma freqüência (não pretendo largar mão das minhas tremas) em que as músicas do rádio tocam todos os dias. Tipo umas 4 vezes.