4.6.08

Quase perdi totalmente a cabeça

Com gente me fazendo pergunta estúpida. Eu fui tirar xerox de uma papelada, entalou papel. Tentei tirar seguindo as instruções que aparecem na telinha. Nada. Tentei, juro, umas 5 vezes. Porque eu não gosto de deixar pra depois. Aquele trabalhinho fácil que dá pra resolver agora, mas que. Outras 3 pessoas tentaram e nada. Enquanto o papel não sai -- ou enquanto a máquina acha que ainda está lá -- nada feito. Lógico. Porque a mensagem fica piscando pra sempre. Aí as pessoas vão lá. E vêm a mensagenzinha. E pra reforçar, eu vou atrás e explico qual é o problema. Porque afinal foi na minha vez de usar que entalou papel. E as pessoas em seguida me perguntam: "Então quer dizer que não dá pra usar?" Ou perguntam, depois de ver a telinha: "Alguém sabe se a máquina não está funcionando?" Pffffff. Gentê, vocês tentaram usar a máquina e não funcionou? Então sinal de que, né?, não tá funcionando. Agora, por favor, pára de fazer pergunta burra. Por favor.

Essas coisinhas. Ou ou tio do mal que eu detesto e que tentou comprar minha simpatia me convidando pra ir almoçar com ele. Declinei. Olha, valeu pelo gesto, mas prefiro realmente que nossa relação seja estritamente profissional. Gente liga falando espanhol, ele não fala espanhol. O pessoal que trabalha com ele não fala espanhol. Aí ele pede pra secretária dele -- a do rádio -- pedir pra eu atender porque "a mãe dela era espanhola, de Cuba", mas ela não sabe falar espanhol. Canso. Muito. Não pretendo mais cansar minha beleza pra corrigir. E dizer que hispânico, latino e espanhol são coisas diferentes. Foi só isso. Porque eu preciso reclamar, então que seja pra você. Porque eu preciso remoer e passar raivinha, pensando muitas vezes nas mesmas historinhas que se repetem todos os dias -- com a mesma freqüência (não pretendo largar mão das minhas tremas) em que as músicas do rádio tocam todos os dias. Tipo umas 4 vezes.

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