28.5.08

Fui fazer as coisas na rua

de chinelo. Deixei os sapatos embaixo da minha mesa, porque achei que não eram confortáveis. Vilge, gente, que engano... Bolhas! Instantâneas! Explodindo! Por todos os lados! Na rádio online tô ouvindo sobre o Levandowski votando sobre células tronco. O professor bonitão. A gente ficava besta olhando pra ele. A gente quase desmaiou quando tomou elevador no prédio anexo e ele tava lá. Lembro de uma das aulasde Teoria Geral do Estado, ele falando de ab ovo. Hoje, ele falando de fecundação. Gente... já lá vão 11 anos? Jesusmariajosé-e-o-burrinho.

Ontem Milena e eu paramos de fumar. Not. Se uma fuma, a outra fica toda compreensiva. Não tem probleeeeema, eu enteiiiindo! A fraqueza. Do ser humano. Viciado. E que não tem vergonha na cara. Vou fumar também e a gente recomeça amanhã. Que é hoje. Modos que aos poucos a gente vai inventando novas regras -- a gente ganha presente mensal quando tá fazendo progresso na nossa reabilitação; mas o que realmente interessa: em que situações a gente pode furar/fumar? Tudo muito regrado. Que é pra ninguém sair roubando, né? Arrem. A gente não consegue pensar que o cigarro de ontem foi o último pro resto das nossas vidas. Chega que dói no coração da gente. A gente não presta.

Tô lendo um livro que não quero largar nunca mais. Essa semana ainda vou ver se escrevo sobre os últimos livros que andei lendo. Ver se compro finalmente o computador, ver se escaneio umas coisas que andei desenhando. Aos poucos, né? Baby steps.

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