24.1.06

18.1.06

Falta pouco mais de 3 meses para o meu aniversário, então

dá tempo de você pedir essa camiseta pra mim e ela chegar em casa. Quero tanto, meudeus. Tipo, eu não sou vegetariana, mas não simpatizo com a idéia de que eu abraçava os bezerrinhos no curral quando criança e coma, como adulta, carne. Eu evito carne. Quaisquer, na verdade, não só vermelha, mas não excluí da dieta. Eu gostava de abraçar vacas e tomar lambidas de vaca e eu gostei da camiseta. Teve uma vez, eu até pus nome num bezerro. Beto. Depois ele foi abatido. Não é legal saber que o seu bezerro foi comido por alguém. Nem que qualquer bezerro, etc.

Eu não consigo acreditar

que eu gastei horas preciosas de meu tempo e de minha vida lendo um livro escrito por John Grisham. Pra mim, ele sempre foi uma espécie de Paulo Coelho, mas sem ser metido a sabedorias e insights sobre a alma. Mas, né?, eu não posso dizer que os livros que o cara escreve são uma bosta até que eu leia algum livro dele e realmente ache uma bosta. E foi isso que eu fiz. E tipo, ele era advogado, não era isso? Tantos advogados e ex-advogados no mundo que, né? Não é esse o assunto. Gente, sabe lixo? Então. Lixo. O cara escreve mal (e mesmo eu, que tenho inglês como segunda língua estava percebendo que o estilo dele não é dessas coisas - pra você sentir a gravidade do problema). Fora que a história ia me dando raiva e mais raiva.

Eu vou até contar como é o livro, porque isso não é spoiler. Spoiler é de fato *ler* o livro e acho que você não vai querer isso pra você.

Conta a história de um sujeito com uma vida chata e sem atribulações, que é senador nos EUA. Ele é contatado pelo chefão da CIA (doravante "Tio da CIA"), que está preocupado com o crescimento de um outro sujeito na Rússia, que deverá se tornar um novo ditador. Esse sujeito senador (doravante "Senador Chatinho") é convencido pela Tio da CIA a se candidatar à presidência, para que, juntos, eles salvam o mundo (????). Não existe uma plataforma de governo. A única coisa que ele diz é que precisa de um exército forte, porque os EUA e o mundo estão em perigo e o terrorismo e blahblahblahzzzzzzzzzzzzzzzzzzz. Um contato do Tio da CIA avisa o próprio Tio da CIA de que há planos de uma facçãozinha terrorista chulé de atacar a embaixada americana com um carro-bomba. A facçãozinha é tão chulé, que esse contato do Tio da CIA consegue descobrir antes. Modos que o Tio da CIA resolve deixar que o carro-bomba exploda pra poder tocar o terror na população americana.

Enquanto isso, 3 ex-juízes numa penitenciária de baixíssima segurança extorquem dinheiro de senhorezinhos gueis através de cartas. Esses senhorezinhos gueis, porém não assumidos, e cheios da bufunfa, respondem a um anúncio em uma revista e vão trocando cartinhas com esse fictício jovenzinho guei que supostamente sofre muito numa clínica de reabilitação para usuários de drogas e que é, como não poderia deixar de ser, lindo e gostoso. A essa altura, tudo quanto é empregado de fábrica de armas e tudo quanto é gente besta que se deixa enganar facilmente está mandando contribuições para a campanha do Senador Chatinho, que nunca viu tanto dinheiro na vida.

Adivinha quem manda cartinha pra ele também? O fictício jovenzinho guei sofredor. Opa! Pois é. Só que a CIA consegue interceptar correspondência, descobre os 3 ex-juízes e fazem um acordo com eles pra esquecer a história. Tipo, muito dinheiro pra tudo ser esquecido e as cartas do Senador Chatinho serem devolvidas. Essas cartas ficam nas mãos do Tio da CIA que, a partir de agora, exerce total controle sobre o Senador Chatinho, que já não é somente o Senador Chatinho, mas o presidente dos EUA.

Uma bosta. Não leia. O lado bom da história é que eu comprei no sebo e custou só 10 reais.

17.1.06

Após 28, quase 29 anos nessa terra,

cheguei à terrível conclusão de que eu preciso, sim, usar desodorante. Eu sempre quis acreditar que eu cheirava a flores. Mas não deu. Hoje realmente não deu.

A mesma receita. De sempre.

Não apenas uma receita, porque ela é simplesmente a melhor receita. A melhor coisa que essas minhas mãos já fizeram. Para a Renata, que é a Renata que nem é tanto clichê assim. Já tinha publicado no blog anterior, mas sempre vale. Porque, confie em mim, é a MELHOR coisa.

Quibe vegetarino quase-indiano, explicado pra crianças

Você vai precisar de (e eu estou falando assim porque é assim que faz no programa da Ana Maria):

3 xícaras de trigo para quibe
3 batatas cozidas e amassadas
1 cenoura ralada bem fininho
um punhadão de hortelã fresca
1 colher de sopa cheia (mas não transbordante) de cominho em pó
sal (o tanto que achar desejável
1 copo de requeijão (opcional)

Aviso: se você não tiver hortelã nem cominho, nem comece. Não vai ficar a mesma coisa e você vai querer me xingar depois.

Primeiro de tudo, pegue as 3 xícaras de trigo pra quibe e coloque de molho. Quando o trigo estiver molhado, você vai notar que a água que colocou acima do nível do trigo não está mais lá. Isso leva uns bons minutos, por isso você faz isso antes de tudo.

DICA IMPORTANTE: Para secar o trigo, você pega um pano de prato e coloca num escorredor de macarrão mesmo. Não deixe que os furinhos fiquem descobertos. Despeja o trigo e deixa escorrer. Depois, faz uma trouxinha com as pontas do pano e aperta o trigo lá dentro, pra deixar a água em excesso sair. Isso é muito importante e eu tinha esquecido de explicar antes.

As batatas. Use batatas médias. Nem aquelas pequeninas, nem aquelas de fazer baked potato. Quando você cozinhar as batatas, não precisa descascar antes se o seu espremedor de batatas for daquele que não é um copinho cheio de furinho. Se for desse de copinho, então, sim, você descasca. Não precisa cortar em cubos nem nada. É bom explicar, porque você pode ser muito dã. Então você coloca água pra cobrir as batatas e sal. Se você tem medo de salgar, então coloca pouco. Pouco que eu digo é assim, 1 colher de sobremesa. Dá pra corrigir o sal depois. As batatas estão cozidas quando você espetar o garfo e ver que está macio.

Certo. Enquanto isso você lava a cenoura e tira a casca com a faca. Acho que você sabe fazer isso. Você não descasca uma cenoura, você rala a casca fora. Daí rala bem fininho, compreende? Fininho. Use um cenourão. Nesse caso, um cenourão satisfaz mais.

Pronto. Batatas cozidas e amassadas, misture com a cenoura raladinha e o trigo (pra quibe - pelamor, não me vá colocar trigo-trigo, desses de bolo!). Mistura, mistura até ficar uma coisa bem misturadinha. Prova um pouco pra ver o sal. Precisa de mais? Coloca mais. Tá com muito? Cozinha mais uma batata e amassa e joga aí. Aí só fica faltando a hortelã (uma xícara de chá de folhas, isso é um punhadão) e o cominho. Mistura, mistura, mistura, até cansar.

Agora, você unta uma forma refratária com um pingo de óleo. Não esquece as paredes da forma. E coloca a massa ali, apertando com o garfo, pra ficar bem compacto.

Pra ficar ainda mais tchãs, você pode colocar um copo de requeijão por cima, bem espalhadinho.

Forno. Eu usei o quase alto. Pra dar tempo de o trigo cozinhar e não ter perigo de queimar o requeijão (que depois que derrete, forma uma casquinha por cima). E vai vendo a coisa toda no forno. Uns vinte minutos, meia hora são suficientes. Talvez um pouco mais. Você sabe que está bom quando o requeijão ferveu e o canto do quibe está meio soltando da forma. Dá uns seis pedaços amigos. Sem exageros.

12.1.06

We're so into porn!

Anny e eu gostaríamos de saber (acho que é mais fácil de menino saber a resposta disso) onde a gente pode encontrar a última edição da Playboy sem que a gente precise de fato comprar a revista. Tipo... consultório de urologista? Clínica de fertilidade? Casa de um amigo adolescente que não pára de tocar uma?

O que a gente pretende é achar a revista pra poder rasgar fora as páginas com a entrevista do Nasi, porque a Anny é muito apaixonada por Nasi, assim como eu sou muito apaixonada por Luke, e ela precisa ler a entrevista.

A gente fez as contas, e Nasi, na vida, pegou cerca de 2,83 mulheres por mês, desde que iniciou a vida sequiçual. A gente contou que ele começou ali por volta dos 13 anos e descontou o tempo que o piu dele não deveria estar funcionando porque ele ficava extremamente chapado. Anny e eu temos essa coisa com estatística, nossas mentes são muito científicas, como pode perceber. Sendo ele uma estrela do roque, nem achamos que foi muito. Nasi deixou a desejar. Foram só 1150 mulheres.

Agora, Anny, pera um pouco. Imagina o tanto de ciúme retroativo que você ia sentir quando, de fato, Nasi ficar com você. Será foda, como sempre foi na vida de Nasi.

Junte-se a mim e escolha uma vida miserável

A linguinha

Eu só penso nessa linguinha. Tô obcecada com essa linguinha. Só penso na linguinha. Linguinha, linguinha, linguinha. Eu fui dormir pensando na linguinha. Eu quero mostrar essa linguinha pra todo mundo. Você tem que ver essa linguinha também. Você tem que amar essa linguinha. Essa linguinha é tudo. Eu já mostrei essa linguinha pra tanta gente. Meu objetivo de vida é que todos - todos, todos, todos - se apaixonem pela linguinha.

Por que eu não sou mulherzinha?

Porque eu sou incapaz de fazer escolhas certas. Eu vou a esse lugar aí cortar o cabelo com essa mesma moça sempre, porque é barato e ela entende que eu tenho quadrilhões de redemoinhos e que meu cabelo é de japa e se ficar muito-absolutamente curto, ele arrepia. Então eu gosto bastante.

Como todo lugar de cortar cabelo, também dá pra fazer as unhas. E, tipo, eu faço as unhas de 6 em 6 meses, porque eu não tenho paciência mema de ficar lá aquele tempo todo, porque minha mão parece de criança e porque meu dedo fica suando na ponte quando eu passo esmalte. Eu sei, eu sou tipo uma aberração da natureza. A última vez que eu tinha feito foi agosto. Ou seja, contaí: agosto. Setembro, outubro, novembro, dezembro, janeiro. 5 meses. Quando me perguntam que cor eu quero, eu sempre digo que eu quero cor de dedo. Outras cores realmente não dão certo com minhas mãos de criança e com os toquinhos que eu tenho por unhas. Aí da ooooooooutra vez, antes dos 5 meses, eu levei meu próprio esmalte, cuja cor se chama café-com-leite, e que fica exatamente da cor do dedo e a moça manicure se empolgou muito.

Enfim. Hoje eu fui lá de novo e ia demorar a vida pra cortar o cabelo e eu decidi fazer as unhas de novo. Tipo, só para. Aí eu pedi a cor de dedo e a moça disse: "Até que enfiiiiiim! Comprei isso faz muuuuuuuuuito tempo e ninguém - ninguém! - pede essa cor." Tipo, meudeus, você não entende como eu me senti tão sozinha. Era assim, como nesse gráfico:


EU ---------------------------------> o resto das mulheres do mundo

Eu me senti tão, mas tão sozinha e abandonada, quee perguntei pra manicure se tinha alguma coisa de errado com a minha cor preferida de esmalte. Ou comigo, o que parecia ser mais o caso. Ela só respondeu que existe uma outra cor, areia do deserto, que também não faz sucesso. Ai, que ótimo. Eu, o deserto, a cor de dedo.

Escrevi em homenagem à Beth, porque ela é mulher-mulherzinha, sim!

11.1.06

O quão errado pode estar isso, meudeus?

Mulher, a primeira coisa que você tem que ter em mente quando finalmente decidir parar de fumar é:

é impossível fazê-lo quando você está de tpm e meninos estão falando coisas retardadas e dando ataques.

Meninos são tão burros

Era só isso que eu queria dizer. Pela atenção, obrigada.

10.1.06

Gosto tanto disso

Psychogeographical Game Of The Week

Depending on what you are after, choose an area, a more or less populous city, a more or less lively street. Build a house. Furnish it. Make the most of its decoration and surroundings. Choose the season and the time. Gather together the right people, the best records and drinks. Lighting and conversation must of course be appropriate, along with the weather and your memories.

If your calculations are correct, you should find the outcome satisfying. (Please inform the editors of the results.)

Unattributed, Potlatch Magazine #1, 22 June 1954

8.1.06

Just perfect

Espero, sinceramente, que seja tpm.


E a letra: está aqui.

6.1.06

Dear Ione em agosto,

Eu mandei um e-mail pra mim mesma e pro mocinho também, para as pessoas que seremos no futuro. O meu-pra-mim deve estar lá nos e-mails randômicos todos. Quem conseguir identificar ganha... não ganha nada, não. Não tô aqui pra enganar ninguém.

5.1.06

Aí, eu pergunto a você:

Pera que eu jajá pergunto. Deixa eu desenvolver o raciocínio aqui. Please follow me, will you? Toda vez que a gente separa ou toma pé na bunda, ou acaba namoro, etc., depois de a gente embaleiar naquele estilo seriado americano, pintando as unhas dos pés de vermelho e tomando sorvete às colheradas diretamente do pote, em frente à TV, chorando muito enquanto faz tudo isso, claro, todo mundo te diz, a nível de conselho, enquanto seus amigos, na qualidade de pessoas que te querem bem: "O mocinho ótimo é tão substuível... Ele não te merece [ou você não merece ficar com esse mocinho blã]. Haverá um mocinho melhor, e tão mais melhor e tudo será tão belo em sua vida, e os beija-flores e as vaquinhas no pasto pascendo, você vai ver."

Aí você diz: "Ãrrã." And sob a little. [e no meu caso, throw up a little também, tipo o coelhinho:]



Aí o tempo passa. Acompanhe o passamento do tempo no gráfico (ha!) a seguir:

1/2 hora
*
1 dia
*
2 semanas
*
*
voooooof
*
essa é a onomatopéia para o tempo voando
*
a few months have gone by


Aí você pensa: "Larga mão de tosqueira emocional, por favor?, larga mão!, porque existe um outro mocinho bom e esse mocinho bom será melhor pra você que o outro mocinho bom que você achava que era ótimo mas que acabou virando blã, e quando você encontrar o mocinho melhor, a vida lhe sorrirá novamente e você nunca mais passará fome nessa vida, tal qual Vivian Leigh."

Aí que o ótimo fica somente blã porque, né?, o tempo passando deixa as coisas que eram ãrgui ou as coisas que eram iei!, somente blã, de modo que eu nem sei mais como achei o ótimo ótimo, tipo, o melhor é estilo vejo-flores-em-você, talequá música de abertura de O Outro - aí quem nasceu na década de 80 boiou; eu sei -, enquanto que o blá é isso aí, blã. Tipo um... mingau de arroz sem açúcar, sei lá.

E você chega à comprensão da Lei No. 3 da Vida Amorosa: Todo mocinho ótimo vira blã. E, num instante imediatamente posterior, da Lei No. 4 da Vida Amorosa: Em seguida a um mocinho que se tornou blã, vem um mocinho iei elevado à enésima potência.

E por quê? Porque é assim que funciona. Todo mocinho posterior é mais bacana. É mais bacana porque você está com o julgamento completamente embotado. E você acha ótimo que você esteja com o retarded mode on, porque ter o retarded mode on = to be in love.

De modo que, eu pergunto a você: Se todo blã é substituível e após um moço blã vem um iei, por que a gente se esforça tanto e investe tanto e quer tanto um mocinho xis? Tipo, se não der certo com esse, por qualquer motivo que lhe fuja ou não do controle, haverá um mocinho mais iei no seu futuro. Então, pra quê? Pra quê?

(Luke Wilson, eu gostaria de dizer somente que você é o único que será sempre um mocinho iei para mim.)

3.1.06

Coisas aleatórias

Daí, eu confesso que vi Legalmente Loira e achei a coisa mais engraçada do mundo e fiquei toda oooon pra Luke Wilson, como sempre eu fico, mas em seguida fiquei pensando "Luke Wilson, por que você vai pedir a Witherspoon em casamento e não eu, Luke Wilson?, porque eu te amo tanto, especialmente se você está barbado e você tem que perceber isso, é muito importante que você perceba isso, Luke Wilson, apesar de eu nunca ter falado com você, não importa, porque você sabe que somente 6 graus nos separam, e a distância não será obstáculo, blahblah, então, Luke Wilson, por quê? POR QUÊ?".

Eu decidi de novo que vou parar de fumar, mas dessa vez é sério. Ainda não sei bem ao certo quando porque voltando da aula de hoje eu já parei na padaria e comprei mais dois maços de Marlboro Light. Eu não entendo por que as pessoas compram cigarros em pack, se em maço é mais barato. Tipo, ouquei, em maço pode amassar os cigarros, mas quem se importa, considerando que o cigarro vai queimar e você vai chupar a ponta dele de modo que as trizolhentas mil substâncias canceríginas vão para o seu pulmão e em seguida pra sua corrente sanguínea e você vai ficar pensando em como seria bom se seus dentes não tivessem manchas marrom, e no histórico médico de sua família que tem esses casos de câncer, etc. Mas o plano é parar de fumar, tomando Serenus e mascando chiclete de nicotina. Porque, tipo, é preciso que você se treine feito um cachorro: não fumou, ganha um prêmio pra mascar.

D. Pedro II, coitado, tão enganado. Tipo, se houvesse internet naquele tempo, D. Pedro II ia marcar encontros depois de trocar e-mails com a pessoa mais feia que mandou as fotas de 20 anos atrás. Ele recebeu um retratinho assim, aí D. Pedro II disse, ouquei, eu caso com essa moça, que me apetecem suas feições, mas quando a moça desembarcou aqui, ele descobriu que ela era bem feinha, as in gorduchíssima e manca e mais velha que D. Pedro II que, ao vê-la foi chorar no ombro da moça que cuidava dele. Tipo, ele chorou, minha gente. E as pessoas disseram a ele que fosse forte e cumprisse os deveres matrimoniais. Foi foda, mas ele não queria que fosse (ha!, sacou o trocadilho? - I'm so fucking clever!). Aí fiquei com dó dele e fiquei pensando que sorte a minha, que sorte, porque as fotos correspondiam tanto à verdade e ele era mais bonito em pessoa que nas gazilhões de fotas que vi, não o D. Pedro II, que nunca me mandou fotos porque veja, eu nasci em outro século, mas o mocinho. Que me manda fotos e que eu. Chega. Eu disse que não ia falar coisas da minha vida secreta, ou seja, particular.

E aí, tudo bem em 2006, pessoal? Ouquei then.