22.8.05

Por que o Clint Eastwood faz filmes assim?

Assisti ao Million dollar baby e resolvi fazer minha própria treca in a Movie-a-minute fashion.

Frankie: I feel sorry for not having done anything to prevent my friend from losing his eye in a fight zillions of years ago and I'm sorry that my daughter doesn't talk to me. So now I'm bitter and lonely. Oh, and I don't train girls! And Maggie, let's face it, you're too old!

Maggie: Please, boss? Please, train me. I'm really really really poor and I live such an unhappy life! My dad died and killed our dog when he was really old. My mom is a lazy fat bitch, my brother is in prison and my sister is no good. It's my only chance! Please? Please, boss?

Frankie: Okay, fine.

Maggie wins all her fights in the first round and Frankie likes her a lot. Finally, Frankie decides she's ready to go for the world championship against a German bitch who used to be a prostitute, and by being bitchy she knocks Maggie out and now she can't move from her neck down. And Frankie feels guilty. Again.

Maggie: I can't live like this. Please kill me.

Frankie: I can't.

Maggie bits her tongue twice and almost bleeds to death.

Maggie: Please, boss? I'm totally unhappy.

Frankie: Okay.

She dies and he goes away. We all cry our eyes out. The end.

6 comentários:

  1. Só chorei com quatro filmes na vida. O primeiro foi com "Sobre Meninos e Lobos", do Clint. O que mais me fez chorar foi esse, "Menina de Ouro". Do Clint.

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  2. Acho que esse resumo ficou mais pra 5 minutos que pra 1, né? Preciso encolher isso. Talvez:

    Frankie: I'm a bitter and lonely man. I don't train girls.
    Maggie: Please, boss? My life's miserable.
    He trains her, she's an awesome fighter but she loses the biggest fight of her life to a former prostitute and ends up like Christopher Reeves.
    Maggie: Please kill me, boss. My life's more miserable now.
    Frankie: Okay, fine.
    Now Frankie is all alone in the world. We all cry. The end.

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  3. Os outros dois são: "A Felicidade Não Se Compra", com o James Stewart, e "Terra de Sonhos", de Jim Sheridan (o diretor de "Meu Pé Esquerdo"). Mas esses dois foram em vídeo. No cinema, só o Clint me faz chorar.

    E acho que seu resumo de um minuto original está muito bom. Não chega a cinco - talvez dois.

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  4. Terra dos Sonhos não me fez nem molhar o canto do olho. Estranho, não?

    E quando eu vi "A felicidade não se compra", eu estava tão feliz que também não fez efeito.

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  5. Os dois me fizeram chorar, mas o que envolve isso é curioso. "A Felicidade Não Se Compra" é um dos meus filmes top de linha desde que eu o vi pela primeira vez há, sei lá, uns quinze anos. De lá para cá, devo ter assistido a ele umas vinte e cinco vezes. Pois foi justo na bendita vigésima-quinta que eu chorei. Não é estranho?

    E "Terra de Sonhos" foi num momento muito particular do filme: aquele em que a mudinha do filme do Woody Allen (como é mesmo o nome dela, modeus?) dá à luz antes da hora e a música é "Turn, turn, turn", dos The Byrds. Essa música, por si só, quase sempre me faz chorar, não sei por quê.

    Ela toca também em "Forrest Gump", na hora em que ele e a Jenny se despedem em Washington, ela de hippie, fazendo o "paz e amor" no ônibus. E eu quase-quase chorei ali, também. Então, tem mesmo a ver com a música.

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